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Homossexualismo à luz dos Vedas por Prabhupada:
-Início 2:10
-Fim: 6:00
-Link do Youtube em português:
https://youtu.be/6RX7JL-MSc0?si=DZOrTXnnNY9h21dv
-Link do Youtube em inglês:
https://youtu.be/9LfQxARczIY?si=fF93TimoWY2qBk1I
Apesar de falar sem o compromisso de agradar alguém além de Krishna (Deus), Prabhupada provou que não tinha preconceito contra os homoafetivos:
Carta de Prabhupada para a sua discípula transgênero Bhaktin Jennifer Woodward (anteriormente discípulo Bhakta Wayne), 10 de junho de 1975, Havaí, Estados Unidos.
Bhaktin Jennifer Woodward escreveu uma carta para Prabhupada pedindo permissão para dar o passo final na mudança de sexo através de uma operação. Prabhupada respondeu o seguinte:
Honolulu, 1975/06/10, Jennifer Wayne Woodward, 3081, 16th St. #201, San Francisco, CA. 94103.
Minha querida Jennifer,
Por favor aceite meus respeitos. Recebi sua carta datada de 6 de junho de 1975 e analisei seu conteúdo. Primeiramente, decida se você é um homem ou mulher, então seja um ou o outro. Então você poderá entrar no templo quando você quiser. Mas às vezes mulher e às vezes homem, isto não é apropriado. Irá perturbar os outros. De qualquer das formas, continue a cantar Hare Krishna o máximo que puder.
Espero que esta o encontre em boa saúde.
Seu eterno bem querente,
A.C. Bhaktivedanta Swami
Jennifer foi iniciada formalmente por Prabhupada depois de um ano com o nome espiritual feminino "Gopinatha Dasi".
PS:
Kirtanananda e Hayagriva foram dois devotos essenciais no começo do movimento e antes de se tornarem discípulos de Prabhupada os dois eram um casal gay, viviam juntos como marido e mulher e Prabhupada sabia disso. Eles passaram a seguir os princípios, foram iniciados, Hayagriva casou-se com uma devota e Kirtanananda tomou sannyasa(monge). Se Prabhupada fosse preconceituoso ele não teria, durante 1966 e 1967 preparado Kirtanananda para ser seu sucessor ou substituto. Todo mundo sabe que Prabhupada ficou doente e levou Kirtanananda para a Índia, deu sannyasa para ele começou a treiná-lo para ser seu substituto caso Prabhupada deixasse o corpo. Hayagriva fez a edição da primeira "Bhagavad-gita Como Ele É" e numa das vezes que ele deixou o movimento Prabhupada disse que "um talento como o de Hayagriva é muito raro, é uma pena perder uma pessoa assim". Enfim, Prabhupada iniciou divesos discípulos homoafetivos.
Música Cristã Contemporânea (do inglês Contemporary Christian music ou CCM) é um gênero musical caracterizado pelo uso de ritmos pop e rock com letras de temática cristã, no tempo contemporâneo, atual.
Pode ser considerado um segmento da indústria musical, uma vez que utiliza métodos seculares de gravação, produção, distribuição e divulgação, embora cantores, produtores e distribuidores não vejam tais atividades como uma forma de entretenimento, mas como um ministério religioso.
Utiliza-se linguagem popular em comparação a linguagem refinada comum a hinos cristãos mais antigos.
No Brasil, porém, o termo "música cristã contemporânea" é, erroneamente, tido como sinônimo da música gospel, produzida pelos cristãos protestantes.
Outras religiões cristãs, como a católica, por exemplo, acabam comumente abstendo-se de utilizar este termo específico para suas produções, mesmo incluída em sua abrangência, preferindo apenas o termo Música Cristã, devido a apropriação dos protestantes para redenominação para música gospel protestante
PS 1: A música Gospel (do inglês gospel, ou seja, evangelho) é um gênero musical de origem afro-americana, nascido nas fazendas de escravos no sul dos Estados Unidos. O gospel em sua forma original era geralmente interpretada por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental.
PS 2: As origens da Música Cristã Contemporânea estão diretamente ligadas ao Jesus Movement, um movimento cristão originado na Costa Oeste dos Estados Unidos no final dos anos 60 em resposta ao movimento hippie, tendo como objetivo espalhar o Evangelho à juventude de sua época, através de elementos conhecidos do público-alvo. Assim, cantores e compositores como Larry Norman, Barry McGuire, Phil Keaggy, Andrae Crouch e muitos outros foram os pioneiros do Jesus Music, o precursor da música cristã contemporânea.
Artistas evangélicos fizeram contribuições significativas para a música cristã contemporânea na década de 1960, desenvolvendo vários estilos musicais cristãos, do rock cristão ao hip hop cristão passando pelo punk cristão ou o metal cristão. Os Dove Awards, uma cerimônia anual que premia a música cristã, foi criado em Memphis (Tennessee) em outubro de 1969 pela Gospel Music Association.
Durante grande parte da década de 1970, esta nova forma de música religiosa foi desprezada da mídia secular, bem como pela própria igreja, onde os defensores da formas tradicionais de louvor e adoração cristã faziam forte oposição, sendo considerada uma forma inferior de louvor, e até mesmo intitulada música do diabo.
O filme "Jesus Revolution", ano 2023, está chamando a atenção de produtores de Hollywood pelo sucesso nas bilheterias. O título da obra é o mesmo de um artigo de capa da revista Time de 1971 sobre o movimento dos "Jesus Freaks" (doidões por Jesus, em tradução livre), que emergiu durante a contracultura, no mesmo ambiente de combate ao moralismo, ao consumismo e às guerras.
Os Jesus Freaks eram cristãos fervorosos que adotaram um modo de vida simples e comunitário, em contraste com o estilo austero do cristianismo tradicional. "O amor deles parece mais sincero do que um slogan, mais profundo do que os sentimentos passageiros dos outros [hippies]; o que surpreende as pessoas de fora é o extraordinário senso de alegria que eles conseguem transmitir", escreveu, na época, a Time.
O filme retrata a história verídica do pastor de uma igreja pequena e decadente que se encanta com a mensagem de acolhimento dos Jesus Freaks e vê a oportunidade de levar a mensagem bíblica para a juventude da geração "paz e amor".
"Jesus Revolution" recebeu críticas positivas, inclusive fora da mídia evangélica.
A revista Variety descreveu o filme como "um dos melhores exemplos de entretenimento baseado na fé que a tela grande viu em um bom tempo, apresentando um equilíbrio convincente sem se tornar excessivamente moralista". O boca a boca ajudou a mantê-lo entre os dez filmes mais assistidos por cinco semanas nos EUA.
No entanto, especialistas criticaram o filme por ele não abordar a complexidade do fenômeno. Por exemplo, Lonnie Frisbee, um missionário e figura importante no movimento, converteu-se lendo os Evangelhos durante uma experiência induzida por LSD e teve relacionamentos extraconjugais com homens e com mulheres. Greg Laurie, autor do livro que inspirou o roteiro e líder dos Jesus Freaks, é hoje um pastor conservador que apoia abertamente Donald Trump.
É difícil prever como a audiência brasileira acolherá esse filme. Um terço da população aqui se identifica como evangélica e mais de 80% são cristãos. E a história leve e alegre, que fala mais de comunhão do que de dogmas, também agradaria os que não se consideram religiosos mas incluem faixas gospel em suas playlists.
Mas o filme celebra o inconformismo e o espírito efervescente de um período associado à experimentação de costumes. E aqueles que se interessam pela contracultura talvez rejeitem a ideia de assistir a uma produção classificada como cristã. No Brasil, fora das universidades, o lugar em que esses dois mundos se encontraram é na Bola de Neve Church e na cantora Baby do Brasil. E esse perfil representa apenas uma fração do nosso campo evangélico.
Fonte: Folha de São Paulo, Juliano Spyer, Antropólogo, autor de "Povo de Deus" (Geração 2020), criador do Observatório Evangélico e sócio da consultoria Nosotros.
JESUS FREAK
Em 1967, parecia que toda uma geração havia se desprendido dos valores convencionais da sociedade e se juntado no distrito de Haight–Ashbury, na cidade de São Francisco, procurando por respostas.
Era o início do movimento Hippie, que no início pregava paz e amor, mas que acabou se voltando para sexo, drogas e rock'n'roll. Aquilo que a princípio parecia ser um lindo ajuntamento de pessoas que utilizavam o livre pensamento para renovar sua cultura acabou se tornando um lugar onde as drogas, o estupro, o abuso da inocência, o crime organizado e as falsas religiões tomaram conta.
Foi nesse cenário que apareceu um jovem chamado Kent Philpott, que se sentiu chamado por Deus para pregar o evangelho nessa cidade. Em abril de 1967, ele encontrou outro jovem, David Hoyt, um fervoroso seguidor do hinduísmo que pregava a "Consciência Krishna". Eles deram início a debates sobre a natureza da verdade e da espiritualidade, o que acabou trazendo muitos amigos e seguidores para ambos os lados.
O diálogo aberto e sem preconceitos de Kent e o desejo sincero de David de descobrir a verdade rapidamente levaram David a questionar sua fé no hinduísmo. Então, numa noite, já tomado pelo desespero, David orou a Deus: "Senhor, mostra–me a verdade. Jesus Cristo, se tu és o Filho de Deus, entre agora na minha vida! Perdoa–me e cura–me!"
Numa experiência parecida com aquela do apóstolo Paulo no caminho para Damasco, David viu uma luz muito brilhante diante de si e percebeu imediatamente que Jesus era o Filho de Deus que havia sido enviado ao mundo para libertá–lo. A experiência foi tão forte que David se tornou cristão ali mesmo. Pouco depois, Kent e David se uniram para criar o primeiro trabalho missionário no distrito de Haight–Ashbury e, assim, alcançar os milhares que todos os dias iam ali procurando por respostas. Desse trabalho evangelístico surgiu o avivamento que ficou conhecido como Jesus Movement (Movimento para Jesus).
Juntamente com alguns outros, David Hoyt e Kent Philpott foram os primeiros revolucionários da fé a serem chamados de "Jesus Freaks". Essa expressão foi primeiramente dita como uma referência a esses hippies que se convertiam a Cristo.
Começando ali mesmo na Califórnia e estendendo–se a vários outros pontos dos Estados Unidos e até do exterior, milhares de jovens abandonaram as drogas, o sexo livre, o ocultismo e o misticismo oriental e decidiram seguir a Jesus.
A grande característica desse avivamento foi o modo como essas pessoas decidiram viver para Cristo – um cristianismo radical como poucas vezes visto na história. Isso porque os mesmos jovens que haviam se entregado por completo a toda forma de rebeldia agora viviam o cristianismo sem reservas. As pessoas passaram, então, a chamar esses cristãos radicais de "Jesus Freaks", um termo pejorativo.
Portanto, "Jesus Freak" foi o "palavrão" criado para insultar todo ardente seguidor de Jesus e significa "doidos de Jesus" ou "loucos por Jesus".
No início, esses cristãos se ressentiam de serem chamados de "Jesus Freaks". Entretanto, com o passar dos anos, principalmente desde 1970, a Igreja deixou de se importar com isso e adotou com alegria esse "xingamento", pois, na verdade, ele expressa a verdade daquilo que somos: loucos por Jesus. Desde então, Jesus Freak tornou–se sinônimo de alguém extremamente fiel a Jesus e que lhe obedece custe o que custar, ainda que o preço seja a própria vida.
Para entender o segredo desses Jesus Freaks, é preciso dar-se conta de que suas histórias são muito mais do que um relato de tormento e sofrimento de um grupo de pessoas dignas de piedade, tampouco são "supercristãos". Eles são como você e eu, e, apesar de terem vivido situações extraordinárias, sempre tomaram a decisão certa: nunca negaram Jesus. Agostinho disse certa vez: "A causa, e não o sofrimento, é que faz um verdadeiro mártir".
O pastor E.V. Hill contou certa vez a história de uma mulher que o procurou e disse: "Pastor Hill, ore por mim. O diabo tem me perseguido furiosamente". Ele respondeu: "Não! O diabo não a tem perseguido. Você ainda não fez o suficiente para que ele se importe em persegui-la".
Portanto, o objetivo de cada cristão desta Terra deve ser o de viver uma vida digna do reino de Cristo a ponto de chamar a atenção do céu, pois, assim, despertará não só a atenção, mas também a perseguição do inferno.
PS: “Jesus Freak” é uma expressão em inglês, que significa “Louco de amor por Jesus” (sinônimo de alguém extremamente fiel a Jesus e que Lhe obedece custe o que custar).
ORIGEM DA EXPRESSÃO "JESUS FREAKS"
São Francisco, Califórnia, naquela época era o epicentro da revolução cultural, o que hoje chamamos de "Movimento Hippie". De repente, em 1967, havia mais de 100 mil jovens nesta pequena vizinhança, o bairro de Haight-Ashbury, que tornou-se o marco zero.
Era o Verão do Amor, o início de tudo. O Movimento Hippie tinha o intuito de ser um lindo ajuntamento de pessoas que estavam em busca de vida simples, de paz e amor consigo mesmas, com outras pessoas e com o planeta em geral. Contudo o Movimento Hippie, sem uma sólida base filosófica e espiritual, acabou se tornando um lugar onde as drogas e excessos tomaram conta.
Foi nesse cenário que apareceu um jovem chamado Kent Philpott, que se sentiu chamado por Deus para pregar o evangelho de Jesus Cristo nessa cidade. Em abril de 1967, ele encontrou outro jovem, David Hoyt, um devoto do "Movimento Hare Krishna".
Após um diálogo aberto e sem preconceitos de ambas as partes, David foi convencido por Kent a partir com ele para ajudá-lo a pregar. Pouco depois, Kent e David criaram o primeiro trabalho missionário no distrito de Haight–Ashbury e, assim, alcançaram centenas de jovens que todos os dias iam ali procurando por respostas. Desse trabalho evangelístico surgiu o avivamento hippie que ficou conhecido como "Movimento para Jesus" (Jesus Movement / Jesus People / Jesus Revolution).
Juntamente com alguns outros, David Hoyt e Kent Philpott foram os primeiros revolucionários da fé a serem chamados de "Jesus Freaks". Essa expressão foi primeiramente dita como uma referência a esses hippies que se convertiam a Cristo.
Começando ali mesmo na Califórnia e estendendo-se a vários outros pontos dos Estados Unidos e até do exterior, milhares de jovens abandonaram as drogas e excessos e decidiram seguir a Jesus.
A grande característica desse avivamento foi o modo como essas pessoas decidiram viver para Cristo – um cristianismo radical como poucas vezes visto na história. Isso porque os mesmos jovens que haviam se entregado por completo a toda forma de rebeldia agora viviam o cristianismo sem reservas. As pessoas passaram, então, a chamar esses cristãos radicais de "Jesus Freaks", um termo pejorativo.
Portanto, "Jesus Freak" foi o "palavrão" criado para insultar todo ardente seguidor de Jesus e significa "doidos de Jesus" ou "loucos por Jesus".
No início, esses cristãos se ressentiam de serem chamados de "Jesus Freaks". Entretanto, com o passar dos anos, principalmente desde 1970, a Igreja deixou de se importar com isso e adotou com alegria esse "xingamento", pois, na verdade, ele expressa a verdade daquilo que somos: loucos de amor por Jesus. Desde então, Jesus Freak tornou-se sinônimo de alguém extremamente fiel a Jesus e que lhe obedece custe o que custar, ainda que o preço seja a própria vida.
Para entender o segredo desses Jesus Freaks, é preciso dar-se conta de que suas histórias são muito mais do que um relato de tormento e sofrimento de um grupo de pessoas dignas de piedade, tampouco são "supercristãos". Eles são como você e eu, e, apesar de terem vivido situações extraordinárias, sempre tomaram a decisão certa: nunca negaram Jesus. Agostinho disse certa vez: "A causa, e não o sofrimento, é que faz um verdadeiro mártir".
O pastor E.V. Hill contou certa vez a história de uma mulher que o procurou e disse: "Pastor Hill, ore por mim. O diabo tem me perseguido furiosamente". Ele respondeu: "Não! O diabo não a tem perseguido. Você ainda não fez o suficiente para que ele se importe em persegui-la".
Portanto, o objetivo de cada cristão desta Terra deve ser o de viver uma vida digna do reino de Cristo a ponto de chamar a atenção do céu, pois, assim, despertará não só a atenção, mas também a perseguição do inferno.
PS: “Jesus Freaks” é uma expressão em inglês, que significa “Doidões por Jesus”. Os Jesus Freaks, nos anos 60 e 70, eram cristãos fervorosos que adotaram um modo de vida simples e comunitário, em contraste com as austeridades do cristianismo tradicional. Tinham estilo mais informal e descontraído, tanto na aparência como na forma de cultuar.
O que aconteceu com o "The Jesus People Movement (Jesus Revolution / Jesus Freaks)"? Acabou?
O Jesus People Movement foi um movimento cristão de contracultura que surgiu nos Estados Unidos no final da década de 1960 e início da década de 1970. Ele foi amplamente associado ao movimento hippie, mas com um foco em valores cristãos e na busca espiritual centrada em Jesus Cristo.
Origens e Desenvolvimento
O movimento emergiu em meio a um período de grande agitação social e cultural nos EUA, marcado por protestos contra a guerra do Vietnã, a luta pelos direitos civis e a ascensão da contracultura hippie. Jovens desencantados com o materialismo e o vazio espiritual da sociedade tradicional começaram a buscar um sentido mais profundo, e muitos encontraram no cristianismo uma resposta.
Os Jesus People adotavam um estilo de vida simples, enfatizando o amor a Deus, a comunidade e a prática dos ensinamentos de Jesus. Eles eram facilmente reconhecíveis por seu visual inspirado nos hippies (roupas informais, cabelos longos) e sua abordagem informal e entusiástica ao cristianismo.
Principais Características
-Enfâse na experiência pessoal com Jesus.
-Uso de música contemporânea, incluindo rock cristão, para atrair os jovens.
-Evangelismo de rua, incluindo a distribuição de panfletos e a pregação em espaços públicos.
-Reuniões em casas e comunas, muitas vezes informais, como alternativa às igrejas tradicionais.
O que aconteceu com o movimento?
O Jesus People Movement, como movimento organizado, começou a se dispersar na segunda metade da década de 1970. Algumas razões para isso incluem:
1. Fragmentação e institucionalização: Muitos grupos Jesus People passaram a se integrar em igrejas evangélicas tradicionais, perdendo parte de sua identidade contracultural.
2 Mudanças culturais: O movimento hippie perdeu força, e a sociedade americana começou a mudar em direção a valores mais conservadores nos anos 1980.
3. Crises internas: Alguns grupos enfrentaram dificuldades financeiras ou disputas internas, o que levou ao seu enfraquecimento.
Legado
Embora o movimento em si tenha desaparecido como força unificada, ele deixou um impacto duradouro:
-A música cristã contemporânea, incluindo o rock cristão, se desenvolveu diretamente a partir do movimento.
-O formato de culto informal, com ênfase em música e pregação acessível, tornou-se comum em muitas igrejas evangélicas.
-Algumas igrejas e organizações cristãs atuais traçam suas origens diretamente ao Jesus People Movement.
O movimento pode ter acabado em termos formais, mas sua influência ainda é sentida no cristianismo moderno, especialmente entre evangélicos e grupos que priorizam evangelismo jovem e cultos alternativos.
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# English Club
C'mon kids! Let's master English!
Hair Metal é o Glam Metal (Metal Glamour), Metal Farofa. Como exemplo podemos citar o Poison, Skid Row, Bon Jovi, Guns N Rose, etc. Hair Metal é derivado do Hard Rock.
Hard Rock, por exemplo: Black Sabbath (precursor do Heavy Metal e do Doom Metal), Led Zeppelin, Deep Purple (precursor do Power Metal), Nazareth, Uriah Heep.
Thrash metal é mais rápido. Muitas vezes sem vocal gutural, o maior exemplo é o Sepultura, principalmente no ínicio da carreira com o álbum Beneath the Remains. Metallica, Slayer, Megath, Testament, Kreator e etc são bem conhecidas por qualquer pessoa que goste de metal.
Death Metal sempre tem gutural e pode ser mais lento que Thrash Metal porque as vezes tem influência de Doom Metal. O maior exemplo BR é o Krisiun que é bem conhecido fora do país. A maioria das letras são sobre violência, morte, filmes de terror e etc.
Existem dois tipos de Doom Metal, o clássico que é MUITO influenciado por Black Sabbath. As músicas costumam falar de aventuras ou de psicodelia. A minha banda favorita de classic doom é Candlemass. Doom metal tem vários subgêneros, tipo Stoner Doom (mais pesado, lento e como o nome diz é só sobre dorgas). Death-Doom que é tipo um Death Metal mais lento (Paradise Lost, Autopsy). Funeral Doom é como o nome diz, fúnebre, tem teclado e o vocal pode ser gutural clássico ou mais águdo, tipo um grito de velha.
Black Metal é uma versão mais extrema dos primeiros dois estilos. A bateria é puro blast beat (acho que chamam de metranca aqui). Uma das bandas mais importantes é o Sarcófago que meio que criou o estilo de se vestir com corpse paint, apesar do som deles ser meio diferente das bandas noruêguesas que ficaram famosas pelo estilo tipo Mayhem, Emperor e Burzum. Acho que o que mais diferencia o Black Metal é a parede de som nos riffs e a qualidade de gravação é ruim na maioria das vezes porque supostamente afasta os posers. Hoje em dia, Black Metal é o estilo mais variado, existem vários sub-gêneros que foram influênciados por BM, tipo shoegaze e post-rock.
Doom Metal: Você prega a palavra do capeta.
Death Metal: Você é o capeta.
Thrash Metal: Você vai meter bala no capeta.
Black Metal: Você obedece ao capeta.
Power Metal - Épico, melódico e fantasioso.
Thrash Metal - Rápido, nervoso e agressivo.
Death Metal - Brutal, pesado e caótico.
Doom Metal - Lento, pesado e sombrio.
Folk Metal - Épico, medieval/viking e orquestrado.
Black Metal - Frio, obscuro e sombrio. Exemplo: Mayhem.
Algumas bandas brasileiras:
Angra, Shaman, Viper, André Matos = Power puro
Sepultura = mistura de Death com Thrash
Sarcófago = mistura de Death, Thrash e Black
Krisiun = Death puro
Tuatha de Danann = Folk
Megadeth não tocará com bandas satânicas, diz Mustaine
Postado em 08 de maio de 2005
Para quem não sabe, semana passada o MEGADETH cancelou dois shows que estavam agendados na Grécia e em Israel, onde tocaria com o ROTTING CHRIST e o DISSECTION, respectivamente.
Pois bem, o chefão Dave Mustaine divulgou uma nota explicando o motivo da ausência: "Não queria tocar com bandas satânicas, pois mudei minha forma de ver o mundo e minhas crenças espirituais há cerca de três anos. Me tornei cristão, sim, e acho melhor não dividir o palco com grupos que sejam satânicos. É mais ou menos como alguém que toma a decisão de permanecer sóbrio e se recusa a beber. Mas isso não significa que não possa vir a tocar com bandas assim no futuro ou que vou deixar de falar com esses caras, mas nos shows em que o MEGADETH é atração principal sou eu que escolho com quem vamos tocar. Como em festivais isto não é possível, então simplesmente não tocamos" disse Mustaine, finalizando: "Sei que muitos não entenderão minha postura, mas a coisa funciona assim: não gosto de determinadas bandas e isso não vai mudar nunca".
Leia mais em: https://whiplash.net/materias/news_923/023453-megadeth.html
A banda que criou o Power Metal também louva a Deus!
Helloween é uma influente banda de power metal alemã, fundada em 1984.
É considerada por muitos, não por menos, como a criadora do power metal, da qual influenciou bandas como Angra, Hammerfall, Edguy, Shaman, Stratovarius, Sonata Arctica, Avantasia, entre outras.
A banda possui mais de 30 anos de carreira e vendeu mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo, até o momento.
Na canção “Lavdate Dominvm” a banda canta e adora a Deus de forma bem explícita, praticamente bíblica.
Observe que a letra já começa assim:
“Aleluia, homens,
Alegrai-vos no Senhor,
Que doa a vida a todos, porque nos ama!”
https://rockdoalto.wordpress.com/2019/09/05/banda-de-power-metal-alema-louvando-a-deus/
O estilo em si, não. Mas muitas bandas de rock em algum momento se envolveram com o Diabo. Algumas permaneceram diabólicas, já outras se arrependeram.
Por exemplo:
1) Black Sabbath (precursora do Heavy Metal)
O baixista Geezer Butler, principal letrista do grupo, à época da composição da letra e da música Black Sabbath, afirmou que estava envolvido com satanismo, magia negra e afins. O baixista disse que as paredes do seu apartamento eram todas pintadas de preto, com cruzes cristãs pintadas de cabeça para baixo e com várias fotos de Satanás espalhadas pelo apartamento. Disse também que nessa época ganhou de presente um livro do vocalista Ozzy Osbourne. Disse que era um livro antigo de magia negra do século XV e escrito em latim e cheio de desenhos e símbolos de Satanás.
Em seguida, após alguns eventos sombrios, todos os integrantes da banda se arrependeram e passaram a usar crucifixos como proteção espiritual. Era uma forma de se blindar contra as energias negativas que eles temiam atrair por causa do conteúdo das músicas e da imagem da banda. Vale lembrar que o Black Sabbath foi pioneiro em criar um estilo de “terror musical” no rock, usando sons, letras e imagens sombrias e assustadoras — algo que não era comum no rock até então.
A banda teve a ideia de que, se as pessoas pagavam para ver filmes de terror, também pagariam para ver um show de rock com a mesma atmosfera. Assim como o cinema de terror, eles trouxeram o medo como linguagem estética, influenciando profundamente o gênero.
Por fim, é importante lembrar que Ozzy Osbourne começou a usar a frase “God bless you all” (ou variações como “God bless”/“God bless you”/"hearty God bless"), Deus abençõe todos vocês, nos shows ainda nos tempos do Black Sabbath, e se tornou uma marca registrada de Ozzy em shows ao longo de toda sua trajetória solo.
2) The Beatles
Aleister Crowley aparece na capa do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band? dos Beatles. Na capa daquele álbum cada integrante da banda escolheu personalidades para serem colocadas na capa. Mr. Crowley foi escolhido por John Lennon.
Mr. Crowley está na capa do álbum porque a banda queria mostrar uma variedade de pessoas famosas e influentes. A capa foi conceito de Paul McCartney, e John Lennon sugeriu Aleister Crowley depois de ver os livros do ocultista do lado negro em uma livraria da moda.
A capa do álbum mostrava os Beatles com um fundo formado por pessoas que, de acordo com Ringo Starr “de quem gostamos e que admiramos” [Hit Parade, outubro/1976, pg 14] Paul McCartney falou sobre a capa do álbum: “… íamos ter as fotos dos nossos heróis na parede…” [Musician, Edição Especial para Colecionadores, Beatles e The Rolling Stones, 1988, pg 12]
Quem é Crowley?
Aleister Crowley é, sem sombra de dúvida, o principal “mestre” espiritual da música Rock. O propósito de Crowley na vida era destruir Jesus Cristo e o cristianismo, ao mesmo tempo em que exaltava as perversões sexuais, as drogas, a magia e Satanás.
Aleister Crowley expressa seu ódio a Jesus Cristo em The World´s Tragedy (A Tragédia do Mundo):
“Não quero discutir as doutrinas de Jesus, elas e somente elas, degradaram o mundo à sua condição atual. Considero o cristianismo não somente a causa, mas também o sintoma da escravidão.” [Aleister Crowley, The World´s Tragedy, pg XXXIX]
“Essa religião que eles chamam de cristianismo; o diabo que eles honram chamam de Deus. Aceito essas definições, como um poeta faria, para ser inteligível à sua época, e é o Deus e a religião deles que EU ODEIO E VOU DESTRUIR.” [Aleister Crowley, ibidem, pg XXXI]
Na introdução de The World´s Tragedy, Israel Regardie diz:
“Esse longo e quase épico poema é uma das mais amargas e cruéis diatribes ao cristianismo que eu já li.”
O ensino mais famoso de Crowley, “Faça o que quiser, isso há de ser toda a lei” tornou-se o mantra da revolução das drogas, perversões sexuais e todo o anticristianismo dos anos 60. “Faça tudo o que você quiser. Se for bom e der prazer, então faça”.
3) A história do surgimento do Power Metal revela a ideia de oposição ao Metal do Diabo:
4) Iron Maiden:
É como disse o Pastor André Valadão: naõ existe referências de Deus nas capas dos discos do Iron Maiden. Bruce Dickson não acredita em Deus. Então é preciso que cada um faça uma reflexão pessoal muito séria e análise que tipo de mensagem essa banda quer passar. Lembrando que as pessoas erram... O baterista Nicko Brain tornou-se cristão em 1999. Outro exemplo é o vocalista Dave Mustaine da banda Megadeth que também converteu-se ao cristianismo, entre outros. Portanto, sempre há esperança.
10 de maio de 2018 No cinema / 1h 30min / Documentário
Direção: John Griesser, Lauren Ross, Jean Griesser
Roteiro: Mukunda Michael Dewil, Jean Griesser
Elenco: Bhaktivedanta Swami Prabhupada, George Harrison, Allen Ginsberg
Título original: Hare Krishna! The Mantra, the Movement and the Swami Who Started It All
SINOPSE
Fundador do movimento espiritual Hare Krishna, Srila Prabhupada chegou aos Estados Unidos em 1965 com 70 anos e praticamente nenhum dinheiro ou contatos. Morando em Nova Iorque, ele começou a dar palestras interpretando antigos sânscritos indianos na época do auge da contracultura, e os jovens hippies, inclusive George Harrison dos Beatles, rapidamente se juntaram. O swami foi um incansável promotor até sua morte em 1977, tendo viajado por todo o mundo para espalhar sua mensagem.
Onde assistir:
AMAZON PRIME VIDEO
Youtube (grátis): https://youtu.be/We6MFOP4vqE?si=Cnknu5bhS31XyFoz
Onde assistir (pago): https://harekrishnathefilm.com/
Trailer: https://youtu.be/-pg2lkI8FxE?si=uG0fshqyLFfUzS3C
Playlist de uma série de palestras, Respostas que nem o Google tem, dadas pelo Pastor Lucinho no ano de 2018:
https://youtube.com/playlist?list=PLunncHTnJId_p-0-4eN5aB4w-DydrccPC
A música clássica está no modo da bondade, ou seja, é muito favorável para meditação, para ambientes religiosos, práticas espirituais em geral.
Vivaldi, Bach, são alguns nomes da música clássica cristã.
"Deus é um, e Ele é apreciado segundo os diferentes pontos de vista." (Prabhupada, Srimad-Bhagavatam, 5.3:17, Significado)
“Na medida em que eles [pessoas] se voltam para Mim [Deus], assim também Eu os aceito, ó filho de Pārtha; todos seguem o meu caminho de todas as formas.” (Bhagavad-gita 4:11)
"Estamos simplesmente ensinando isto: 'Tornemo-nos conscientes de Deus'. Deus não é nem hindu, nem muçulmano, nem cristão. Ele é Deus." (Srila Prabhupada)
Sobre a incoerência...
Missão do Colégio/Faculdade Arnaldo:
A missão da Associação Propagadora Esdeva é anunciar a Palavra de Deus por meio do aperfeiçoamento humano-social, dos meios de comunicação, do ensino em seus diversos graus e da assistência social a pessoas carentes, independentemente de credo político ou religioso, etnia ou nacionalidade, permeada pelos valores humano-cristãos. Essa missão apoia-se no Carisma da Congregação do Verbo Divino. *[Padre Arnaldo Janssen foi um sacerdote alemão da Igreja Católica, fundador da Sociedade do Verbo Divino, uma ordem religiosa missionária que se faz presente hoje em todos os continentes. Foi canonizado pelo papa João Paulo II em 5 de outubro de 2003. Ele sempre teve o "sonho missionário acordado” em propagar o Verbo, o Verbo Divino, em múltiplos contextos.]
Jornal Hoje em Dia online 18 jan 2019:
Baianas, Funk You e Monobloco ensaiam para o Carnaval neste fim de semana [em Belo Horizonte].
Clássicos e hits atuais do funk
No domingo (20), é a vez do bloco Funk You colocar a banda para tocar. No repertório, clássicos do estilo musical aos hits atuais, incluindo os grandes sucessos de artistas “das antigas”, como Claudinho e Buchecha e Bonde do Tigrão. O grupo se encontrará na Faculdade Arnaldo (rua dos Timbiras, 560 – Funcionários), a partir das 14h. Ingressos a partir de R$ 5 no sympla.
*O Colégio tem com missão divulgar a palavra Divina e ao mesmo tempo incentiva o carnaval, a festa do desfrute dos prazeres carnais, em suas dependências.
PS: Alguém já participou das calouradas da PUC? Que, aliás, são muito estranhas se for considerado um ambiente universitário cristão.
O papa Francisco no domingo de 29/04/2018 pediu a proibição das armas para que o mundo tenha paz e não conviva "com medo da guerra".
"Nós realmente queremos a paz? Então, vamos banir as armas para não ter que viver no medo da guerra.", recomendou o pontífice em seu perfil do Twitter, traduzido em nove idiomas.
Nos primórdios da ISKCON, quando os devotos estavam começando a construir o templo de Mayapur, Prabhupada teve problemas com ataques de arruaceiros locais. Para combater esse problema Prabhupada instruiu que os devotos habilitados portassem algumas armas de fogo para proteger o templo e os devotos das ameaças.
(Jayapataka Swami - http://jpsarchives.net/record/srila-prabhupada-nectar-444)